12
Dez 25

 Ver Publicações (27).jpg

JG34-1.jpg

 

Ler: JG34.pdf

 

     Dando continuidade a trinta e dois anos a divulgar a Vila de Garvão, a sua História, a sua Cultura, o seu Património e as suas Gentes, saiu mais um Jornal de Garvão.

 

     - Embora a edição em papel esteja limitada aos pedidos e não se promova a sua venda, a divulgação on-line é baixada cerca de 800 vezes por cada edição.

     - O Jornal de Garvão nº 30, sobre os 50 anos do 25 de Abril e sobre os presos políticos de Garvão durante a ditadura, foi baixada 3.756 vezes até esta data.

     - O Blog “Jornal de Garvão” teve no último ano (01/12/2024 a 01/12/2025), 5.093 visitas e 6.699 visualizações, o que corresponde a 14 visitas e 19 visualizações diárias.

 

Visualizações no BLOG (1).jpg

ÍNDICE:

Jornal de Garvão nº 34 – Natal 2025.

Pág. 2- Editorial Envelhecimento e Desertificação

Pág. 2- Tesouros Ibéricos - Como Portugal e Espanha investem na preservação da memória Coletiva.

Pág. 3- Saúde em Ruptura e Comércio a Desaparecer – O Retrato de um Interior Ignorado- Por Mariana Alexandre.

Pág. 4 - FEIRA DE GARVÃO, Menção de 1282.

Pág. 5 – Eleições Autárquicas Outubro 2025

Pág. 5 – Bruno da Encarnação. Presidente da Junta de Freguesia de Garvão

Pág. 5 – Cláudia Gonçalves. Presidente e novos membros da Assembleia de Freguesia de Garvão.

Pág. 6 – Em Conversa com Ana Catarina. Secretária da Junta de Freguesia de Garvão.

Pág. 7 – Em conversa com Mário Loures. Tesoureiro da Junta de Freguesia de Garvão.

Pág. 7 -  ANTIGOS COMBATENTES DO ULTRAMAR Almoço-Convívio em Garvão

Pág. 8 - Livro “SUL E SUESTE” Uma Nova Leitura.

Pág. 9 - Apresentação do livro “SUL E SUESTE”, na Associação Sénior Castrense.

Pág. 10/11 – Dr. Marcelo Guerreiro, reeleito Presidente da Câmara Municipal de Ourique.

Pág. 12 - CANTE A DESPIQUE - Património Único do Sudoeste Alentejano.

Pág. 13 - Lagar de Cera em Garvão.

Pág. 14 - Carreira “BELO” O Condutor Eduardo e o Revisor Eugénio.

Pág. 15 - AUGUSTO GUERREIRO MESTRE, natural de Ourique. Herói nas campanhas de África, na captura do Régulo Gungunhana.

Pág. 16 - DESASTRE DO RÁPIDO DO ALGARVE EM 13/9/1954, Joaquim de Jesus Severino, natural de Garvão.

Pág. 17 - RECORDANDO FLORBELA ESPANCA, Poetisa Alentejana.

Pág. 18 - FAMÍLIAS COM HISTÓRIA, Família Vargas (Em Garvão).

Pág. 18 - FOTO DOS ALUNOS da Escola Primária - Garvão – 1954.

Pág. 19 - FOTO DA PONTE DA ESTAÇÃO DE GARVÃO, Antes da construção dos passeios laterais em 1937.

Pág. 19 - CULINÁRIA por Filomena Franco.

Pág. 19 - A TRADIÇÃO DE PEDIR OS BOLINHOS.

Pág. 20 - MAGUSTO de São Martinho.

Pág. 20 – Obras da Extensão de Saúde de Garvão.

Pág. 20 – Cadernos Culturais de Ourique.

publicado por José Pereira às 18:59

01
Dez 25

Ver Publicações (27).jpg

Dança dos Paus.jpg

Representação da Dança das Espadas

 

Em 2003 escreveu-se no livro Garvão - Herança Histórica, no seguimento da ida da Dança de Garvão ao lar de Ourique em 1995 e segundo informação do nosso conterrâneo Francisco Charrua, só os idosos com mais de 85 anos em 1995 se lembravam da Dança das Espadas e da Dança dos Guizos ser dançada na vila de Garvão.

 

Agora em 2020, dezassete anos depois de passado à escrita essa informação, infelizmente os autores dos testemunhos recolhidos em 1995 já não se encontram entre nós, contudo surge-nos agora um novo testemunho deste tipo de danças que se faziam nesta zona, mais concretamente em Castro Verde.

 

Trata-se do Sr. Manuel Pancadas Gonçalves, com sessenta e nove anos, nasceu em 1951, relatou que por volta dos anos sessenta do século XX, o seu tio António foi um dos últimos organizadores destas danças, onde ele e os irmãos, Francisco Gonçalves, conhecido como o chinês e o Posidónio Gonçalves também faziam parte da dança.

 

Para além da Dança das Espadas, dançavam também a Dança dos Arquinhos e a do Mastro das Fitas, estas danças incluindo a das Espadas eram cantadas. Corriam as terras e aldeias em redor, Ourique, Almodôvar entre outras pelo carnaval e recebiam o que as pessoas lhes queriam oferecer, dinheiro, comedias e outros bens.

 

A Dança das Espadas era feita com uns paus a imitar espadas e a baterem uns nos outros, começavam em roda e depois faziam duas filas e cruzavam uns com os outros, rodopiavam e dançavam em volta, sempre batendo nos paus/espadas uns nos outros. Havia homens e outros homens trajados de mulher na Dança dos Arquinhos e do Pau das Fitas, contudo na Dança das Espadas e dos Guizos os elementos masculinos trajados de mulher não entravam, eram executadas só por dançarinos trajados de homens.

 

A Dança dos Guizos, como se relatou no mencionado livro, era executada com as coleiras dos animais cobertas de guizos, cascavéis, campainhas ou pequenos chocalhos, previamente recolhidos nas arramadas onde se guardava os animais, e enroladas em torno do corpo e das pernas, cujo som, sintonizado entre os dançarinos, dava o tom musical à respetiva dança.

 

A Dança dos Arquinhos era única cantada, as outras, das Voltas e do Pau das Fitas, eram executadas ao som da flauta nos finais dos anos de 1950 e princípios de 1960 e em anos mais recuados e incluindo a Dança das Espadas e dos Guizos, ao som da rebeca, tambor e outros instrumentos tradicionais, incluindo a viola tradicional alentejana de arame, hoje conhecida por viola campaniça.

publicado por José Pereira às 11:48

Dezembro 2025
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
13

14
15
16
17
18
19
20

21
22
23
24
25
26
27

28
29
30
31


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO