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Nov 11

 

 

 

Uma oportunidade perdida.

 

        O número de Museus Etnográficos, ou chamemos-lhe da ruralidade, do trabalho ou das alfaias agrícolas que têm sido abertos neste últimos anos em todo o país, coloca a pretensão de fazer um museu etnográfico em Garvão fora de tempo, pela originalidade perdida.

        Aquilo que poderia ter sido uma mais valia para a terra à quinze, dez ou mesmo à cinco anos atrás encontra-se actualmente fora de originalidade, precisamente pelo imenso número de museus etnográficos abertos nestes últimos anos, alguns dos quais têm, infelizmente, encerrado, ou por falta de apoios, verbas, visitantes ou pela concorrência de outros museus mais dinâmicos, entre outras causas.

        Continua a haver espaço para este tipo de exposições seja em Garvão ou noutras terras, tem é de se procurar a tal “originalidade” perdida e inovar em termos de exposição e inclusivamente em termos museológicos.

        A ideia de expor uma série de artefactos, alfaias e outros instrumentos de trabalho num edifício para ser apreciado, poderá estar ultrapassada e não corresponder às exigências actuais, mais do que isso é preciso evoluir e levar o museu às pessoas em que o palco extrapola os muros da “Casa-Museu” e transforma a povoação na “Vila-Museu”.

publicado por José Pereira às 20:32

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